#PraCegoVer Estudantes em frente computadores dentro da sala de aula aprendem informática com a professora. Foto: Luis Gava / PMC

A Secretaria de Educação de Caraguatatuba comemora o trabalho das equipes gestoras, professores, do Apoio Pedagógico e Supervisão, alunos e pais refletido nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que subiu de 6,2 no Fundamental I (2015) para 6,4 (2017); e no Fundamental II, de 5,1 para 5,2. As provas foram aplicadas, em novembro de 2017, para alunos dos 5º e 9º anos.

“O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) estabelece como meta que o IDEB do Brasil seja 6,0 até 2021. Essa média corresponde a um sistema educacional de qualidade comparável a dos países desenvolvidos. Nós já antecipamos a meta em dois anos como também estamos acima do estabelecido com pontuação de 6,4 no Fundamental I e estamos crescendo no Fundamental II”, declarou o secretário de Educação, Ricardo Ribeiro.

O indicador é calculado desde 2007, a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar e nas médias de desempenho nas avaliações do INEP, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – para as unidades da federação e para o país e a Prova Brasil – para os municípios. O IDEB é importante por ser condutor de política pública em prol da qualidade da educação. É a ferramenta para acompanhamento das metas de qualidade do PDE para a educação básica.

Os dados completos de todo Brasil estão disponíveis no site do INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio.

Destaques – No Fundamental 1, a média mais alta permanece a da EMEF Dr. Carlos de Almeida Rodrigues (Indaiá) que manteve os 7,3 de 2015 para 2017. Destaque para o salto da EMEF Prof. Jorge Passos (Jaraguazinho) que estava com 6,7 e alcançou 7,6 e da EMEI/EMEF Prof. Ricardo Luques Sammarco Serra (Praia das Palmeiras) que de 6,1 passou para 7,4. O CIEFI Prof. Bernardo Ferreira Louzada (Rio do Ouro) teve pontuação 7,5 este ano.

Também destacaram a EMEI/EMEF Prof João Baptista Gardelin (Poiares) que de 6,1 foi para 7,1; EMEF Profª Maria Aparecida Ujio (Porto Novo) de 6,3 para 6,6. EMEF Profª Maria Thereza de Souza Castro (Getuba) de 5,8 para 6,0; EMEF Prof. Oswaldo Ferreira (Casa Branca) de 5,5 para 6,0 EMEF Prof. Geraldo de Lima (Perequê-Mirim) de 5,7 para 6,0; CIEFI Profª. Adolfina Leonor Soares dos Santos (Sumaré) de 6,2 subiu para 6,8; e da EMEI/EMEF Prof Alaor Xavier Junqueira (Travessão) de 6,3 para 6,5.

No Fundamental II cresceram no desempenho a EMEF Profª Antonia Antunes Arouca (Massaguaçu) de 5,5 para 5,8; a EMEF Prof. Antonio de Freitas Avelar (Estrela D’Alva), de 4,8 para 5,3; e EMEF Profª. Maria Aparecida Ujio (Porto Novo) de 5,2 para 5,8; além da EMEF Profª Maria Aparecida de Carvalho (Tinga), que passou de 4,7 para 5,0.