A Prefeitura de Caraguatatuba realizou, na sexta-feira (6), a primeira etapa de entrega de aparelhos auditivos para pacientes idosos que enfrentam dificuldades de deslocamento até os serviços especializados de referência. Ao todo, serão disponibilizados 59 aparelhos para 30 pacientes, divididos em dois grupos. A segunda etapa está prevista para o dia 19 de novembro.
A iniciativa reforça a atenção do Governo Municipal às necessidades da população idosa, especialmente daqueles com mais de 80 anos, mobilidade reduzida e dificuldades para realizar consultas e avaliações fora do município.
A entrega está vinculada à avaliação individualizada dos pacientes, considerando as condições clínicas e funcionais de cada um e as dificuldades de acesso ao Centro de Reabilitação Lucy Montoro, em Taubaté, referência estadual para esse tipo de atendimento.
O processo de avaliação pode exigir de três a quatro deslocamentos até o serviço especializado, o que representa um desafio para pessoas com idade avançada, limitações de mobilidade e também para seus familiares e cuidadores.
Com a iniciativa, o município busca reduzir os transtornos provocados pelas viagens, proporcionar mais conforto e acessibilidade e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes que mais necessitam desse suporte.
O prefeito Mateus Silva destacou que a atenção à saúde também passa por compreender as dificuldades enfrentadas pelos pacientes e buscar alternativas para facilitar o acesso aos serviços. “Nosso compromisso é cuidar das pessoas em todas as fases da vida. Sabemos que, para um idoso com mais de 80 anos e mobilidade reduzida, sair de Caraguatatuba para realizar consultas e avaliações em outro município não é algo simples. Por isso, trabalhamos para oferecer mais acessibilidade, conforto e dignidade a esses pacientes. É uma demonstração de que a saúde pública precisa olhar para as necessidades individuais de cada pessoa”, afirmou.
A secretária de Saúde, Dra. Rosana Gravena, ressaltou a importância de organizar o atendimento considerando a realidade dos pacientes e de suas famílias. “Estamos falando de pessoas que, muitas vezes, dependem de familiares ou cuidadores para conseguir se deslocar. Quando o processo de avaliação exige várias viagens até outro município, isso acaba se tornando uma dificuldade importante. Nosso objetivo é justamente minimizar essas barreiras e garantir que esses pacientes tenham acesso ao atendimento e aos aparelhos auditivos com mais tranquilidade e segurança”, explicou.
Foto: Adriana Rodrigues/PMC


