
Caraguatatuba inicia audiências públicas sobre Plano de Contingência da Defesa Civil
Caraguatatuba iniciou, na noite de quinta-feira (2), as audiências públicas do Plano de Contingência da Defesa Civil (Plancon), na EMEF Prof. Jorge Passos, no bairro Jaraguazinho.
#PraTodosVerem – Caraguatatuba inicia audiências públicas sobre Plano de Contingência da Defesa Civil (Foto: Bianca Castilho)
O encontrou contou com a presença do secretário de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, César Eduardo Ferreira, e da secretária de Habitação, Rosa de Fátima Rangel França, além de membros da equipe da Defesa Civil, Departamento de Trânsito e Habitação.
O Plancon é previsto na Lei 12.608, de 2012. É um plano operacional de responsabilidade do município voltado para a preparação de desastres mediante a definição de um cenário de risco local com a participação comunitária.
“As audiências públicas são de extrema importantes para definirmos diretrizes para o Plano de Contingência da Defesa Civil e nos prevenimos de desastres. O Plancon é uma ferramenta fundamental porque envolve a comunidade na construção de um cenário de prevenção e resposta, garantindo mais segurança para todos”, disse o secretário de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, César Eduardo Ferreira.
“As audiências nos bairros de maior risco são fundamentais para construirmos juntos estratégias eficazes de prevenção. Definimos cenários de risco, recursos disponíveis e áreas de abrigamento para que, diante de qualquer emergência, possamos agir com rapidez e eficiência. Nosso compromisso é proteger vidas e reduzir ao máximo os impactos de possíveis desastres naturais em Caraguatatuba”, destacou o coordenador da Defesa Civil, Capitão Oduvaldo Romano.
As reuniões foram agendadas nos bairros de maior risco de deslizamentos (Jaraguazinho e Casa Branca) e alagamentos (Morro do Algodão).
No Plano de Contingência são definidos cenários de risco (áreas com população vulnerável a eventos como inundações, enxurradas, deslizamentos, entre outros), recursos humanos disponíveis (médicos, assistência social, engenharia, pessoal de apoio, etc.), recursos materiais disponíveis (caminhões, escavadeiras, barcos, máquinas diversas e ambulâncias); áreas de abrigamento (ginásios, escolas e parques); e responsáveis pelos acionamentos dos recursos e demais procedimentos que propiciem, a partir do cenário identificado, as tomadas de decisões necessárias.
A gestão de riscos de desastres está alinhada com a Estratégia Internacional de Redução de Desastres (EIRD), da Organização das Nações Unidas (ONU), e com o Marco de Sendai, acordo norteador que estabelece diretrizes para a redução do risco de desastres.
As audiências continuam no dia 9 de outubro, às 19h, na EMEF Prof. Carlos Altero Ortega (Rua Sete, 15, bairro Morro do Algodão) e no dia 23 de outubro, às 19h, na EMEF Prof. Luiz Silvar do Prado (Rua José Pedro de Oliveira Barbosa, 805, bairro Casa Branca).


