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Home Outros

Coordenador do Programa Resíduo Zero implantado na Califórnia, compartilha experiências no litoral paulista

17 de junho de 2013
in Outros

Kevin Drew participa de oficinas organizadas pelo projeto Litoral Sustentável; próximo encontro acontece em São Paulo, nesta segunda-feira
Representantes de cidades da Baixada Santista e sociedade civil tiveram a oportunidade de conhecer as propostas e metas do Programa Resíduo Zero, da Prefeitura de São Francisco, Califórnia, durante a oficina ministrada por seu coordenador, Kevin Drew, em Itanhaém. O Resíduo Zero, que tem como meta até 2020 zerar os resíduos que são encaminhados aos aterros sanitários, vem conseguindo bons resultados e atualmente já diminuiu 80% dos resíduos na cidade.
O evento, organizado pelo projeto Litoral Sustentável – Desenvolvimento com Inclusão Social, iniciativa do Instituto Pólis com apoio da Petrobras, aconteceu na tarde da última quarta-feira, na Câmara Municipal de Itanhaém e contou com cerca de 50 participantes.
De acordo com o coordenador Kevin Drew, um dos principais objetivos do programa é amenizar as mudanças climáticas, proteger os ecossistemas, conservar recursos naturais e energia, além de reduzir a poluição. Para isso São Francisco criou políticas que reduzem o desperdício, aumentando o acesso à reciclagem e compostagem.
“Quando iniciamos o sistema, que é obrigatório na cidade desde 2009, nos questionaram como íamos conseguir alcançar a meta de zerar os resíduos? Confesso que não sabíamos exatamente, porém, tínhamos a certeza de que seria possível e continuamos trabalhando para cumprir”, explica.
Para Kevin, incentivar a população e conscientizá-la da necessidade de separar o lixo úmido do seco já é uma forma de dar o pontapé inicial para essa questão que é primordial para o desenvolvimento sustentável. “Outro caminho é estimular a participação de voluntários e realizar coletas nos grandes centros. Porém, sabemos que é um desafio para qualquer cidade que queira iniciar um trabalho como este”.
Segundo ele, em São Francisco, o sistema custa US$ 220 milhões. De cada residência é cobrada uma taxa de US$ 25 mensais. Sendo que as empresas pagam 70% a mais que do valor cobrado por residência. Em São Francisco são produzidos mais de 2 milhões de toneladas de resíduos por ano. Sendo que 1,6 milhão são destinados para a reciclagem e compostagem de resíduos alimentares.
Kevin explicou também que o sistema utiliza os orgânicos para produzir diesel. “Já recuperamos um milhão de galões de gordura”, conta, “o equivalente a 3,78 milhões de litros, que são utilizados para o transporte rodoviário da cidade”.
O projeto também alavancou os chamados empregos verdes, oportunidade que surgiu depois da implementação do programa. “Nossa política fez alavancar as oportunidades de emprego na região. Além de conquistar o apoio da comunidade local, que contribui com a reciclagem de resíduos. Cada comunidade cuida do seu espaço”, explica.
Para Drew, os resultados atingidos até o momento foram frutos de trabalho árduo. “Conforme vamos avançando, descobrimos também quais são as barreiras que precisamos quebrar para alcançar a meta em 2020”.
Quem também participou do debate foi o especialista em gestão ambiental Dan Moche Schneider, que enfatizou a importância de se começar a pensar na questão dos resíduos sólidos. “Acredito que a postura deve ser essa que a prefeitura da Califórnia adotou que, mesmo sem saber como chegaria ao objetivo final, iniciou o processo acreditando que seria possível. Isso é fundamental. Claro que existe a dificuldade dos gestores e da população em relação à questão dos resíduos, mas iniciar e reciclar são um bom começo”.
As oficinas têm como proposta dar oportunidade a gestores públicos e à sociedade civil de aprofundarem seus conhecimentos sobre rotas tecnológicas de tratamento de resíduos sólidos domiciliares, especialmente o sistema de biodigestão, de forma a contribuir para que os municípios avancem rumo à gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos.  Para quem quiser participar, a entrada é franca e as inscrições podem ser feitas no endereço: litoralsustentavel.org.br/eventos/oficina-residuos-solidos-urbanos-sao-paulo
Sobre o projeto
O objetivo do Projeto Litoral Sustentável – Desenvolvimento com Inclusão Social é construir com o poder público e as comunidades locais Agendas Municipais e Regional de Desenvolvimento Sustentável para os municípios do Litoral Norte (Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela) e da Baixada Santista (Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe).
Em 2011 e 2012, o Diagnóstico Urbano Socioambiental Participativo, realizado por técnicos do projeto nos 13 municípios das duas regiões, mapeou a economia, fragilidades e potencialidades, o processo de ocupação do território e suas contradições – habitação, acesso à infraestrutura urbana, condições de mobilidade local e regional, questões relativas às unidades de conservação, as possiblidades de crescimento e adensamento urbano e a legislação sobre gestão e ordenamento do território.
Os estudos estão disponíveis em www.litoralsustentavel.org.br ou diretamente em http://litoralsustentavel.org.br/diagnostico/diagnosticos-urbanos-socioambientais/.
Para conhecer mais sobre o projeto, assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Wv4WY35OwMM
Mais informações: Érika Freire: (13) 9730 -7898 erika@caisdasletras.com.br
Foto: Divulgação

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